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InfraBlogMed

Tudo sobre Termografia Médica.
20141208
A Associação Brasileira de Termologia (ABRATERM) congrega os profissionais da área de Termologia e Termografia na Área de Saúde, em defesa dos interesses do associado nas mais diversas aplicações que o método tem a oferecer.
Entidade sem fins lucrativos fundada com finalidade de:
• Regulamentação Profissional
• Pesquisa
• Divulgação
• Educação em Termologia e Termografia.
É uma organização reconhecida e legitimada que une os profissionais interessados na área em parceria com outras Associações, Institutos e Fundações de diferentes especialidades médicas e do campo da Saúde, tanto nacionais quanto internacionais.
• Conta com uma estrutura própria para desenvolver projetos e campanhas com órgãos governamentais, associações e empresas interessadas em propiciar saúde e desenvolvimento.
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A ABRATERM se preocupa em atender as necessidades dos profissionais ligados à área de Termologia e Termografia, promovendo o intercâmbio técnico-científico entre seus membros no Brasil e no mundo. Além de responsável pela certificação em Termologia e Termografia na área de saúde no Brasil, promove e fomenta publicações científicas e institucionais por meio da Revista PanAmericana de Termologia Médica (PanAmerican Journal of Medical Thermology) e Congressos Nacionais e das Sedes Estaduais pelos respectivos Departamentos Científicos.
Treinamentos:
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Termografia infravermelha para estudo da reatividade endotelial e avaliação do risco cardiovascular.

Dr Marcos Leal Brioschi

Pós-doutor em Medicina FMUSP. Serviço de Termografia Médica Hospital Sírio Libanês e Hospital 9 de Julho (SP). Diretor InfraREDMed. Contato: infrared@infraredmed.org

 

 

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Até hoje as pesquisas não tem conseguido demonstrar nenhum benefício em termos de evitar novos ataques cardíacos e nenhum aumento estatisticamente significativo na taxa de sobrevivência com a cirurgia de bypass (ponte) nem da angioplastia com balão, em comparação com o tratamento não cirúrgico para a maioria dos pacientes. Exceto em uma pequena porção de pacientes com doença grave em vários vasos ou com mais de 80 anos. A placa maior, calcificada, que cresce na superfície interna das artérias coronárias (endotélio) não é a causa da maioria dos ataques cardíacos. Ao contrário, cerca de 85% das vezes, o principal culpado é a placa flexível, “vulnerável” (instável) e relativamente pequena que se forma dentro das paredes dos vasos. A placa maior e calcificada é, na verdade, relativamente estável e, em conseqüência de sua cobertura calcificada rígida, sua ruptura é menos comum. A placa flexível, menos estável e mais dinâmica, é muito mais sujeita a ruptura súbita, trombose e infarto agudo do miocárdio. A placa flexível fica oculta nas paredes da artéria e, geralmente não causa obstrução óbvia ou diminuição do fluxo sanguíneo até, é claro, a ruptura aguda quase sempre fatal.

As cirurgias não curam. Na verdade, elas nada fazem para reduzir a placa flexível ou rígida. Os diversos processos inflamatórios subjacentes à formação da placa são tipicamente acelerados por essas cirurgias e suas conseqüências, pois induzem uma forte resposta inflamatória. Talvez o principal benefício desses procedimentos seja o choque que causam no indivíduo, para que ele passe a levar a sério a saúde cardíaca e implemente agressivamente todos os meios de redução de risco. Segundo Dr David D. Waters, da Universidade da Califórnia, a aterosclerose é uma doença sistêmica. Ela ocorre em todas as artérias coronárias. Se você conserta um fragmento, um ano depois haverá outro responsável por um ataque cardíaco; portanto, a terapia sistêmica, com estatinas ou fármacos anticoagulantes, tem o potencial de ajudar muito mais.

Os ataques cardíacos costumam ocorrer sem nenhum alerta e, em geral, em pessoas que parecem “perfeitamente saudáveis”, de acordo com métodos diagnósticos convencionais. A placa vulnerável não tem sintomas e é difícil detectá-la por meio de exames do coração ou quaisquer outros procedimentos. As angiografias por cateterismo são incapazes de detectar a placa vulnerável. No teste de esforço o eletrocardiograma (ECG) é monitorado durante um exercício progressivo na esteira, e pode revelar se há um grau significativo de obstrução em uma ou mais artérias coronárias e a capacidade destas de suprir sangue adequadamente ao coração. Mas não avalia diretamente a questão-chave que é a placa vulnerável, mesmo quando realizado associado com a cintilografia cardíaca. Cerca de 10 a 20% dos testes de esforço dão falso positivos, indicando incorretamente uma anormalidade cardíaca ou arterial, e 20% a 40% geram falsos negativos, sem detectar uma anormalidade. Portanto, o teste de esforço não detecta todos os casos de obstrução arterial, e quaisquer indicações positivas que ele der precisam ser confirmadas por outros testes clínicos.

Entretanto, uma série de estudos tem relatado a importância das células que revestem a parede interna dos vasos sanguíneos (endotélio) no controle vasomotor, atividade inflamatória e desenvolvimento da aterosclerose devida produção de uma substância chamada óxido nítrico. A microcirculação da nossa pele reage conforme estímulos químicos e neurológicos autonômicos, isto é, sem nosso controle. Esta resposta neurovascular automática depende da produção do óxido nítrico pelo endotélio (eNOS) e pelos nervos autonômicos simpáticos (nNOS).

Quando este endotélio fica doente e produz quantidade insuficiente de óxido nítrico, desenvolve-se a doença aterosclerótica, composta pelas placas ou ateromas, e que pode contribuir para eventos cardiovasculares fatais, como infarto e derrames.

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A termografia por imagem infravermelha calcula a reatividade vascular por meio de um teste não-invasivo, operador-independente, filmando em gráficos a mudança de temperatura dos dedos das mãos durante a compressão e descompressão do braço pela insuflação da braçadeira do aparelho de pressão (esfigmomanômetro).

Estudos demonstram nítida correlação da temperatura com a aterosclerose em pacientes ainda assintomáticos, também sua correlação com escore de cálcio e cintilografia de perfusão cardíaca (Medicina Nuclear).

O escore de cálcio trata-se de uma tomografia tridimensional do coração que pode mostrar o cálcio nas paredes das artérias. Presume-se que o cálcio seja placa calcificada porque não há outra razão para sua presença ali. Um computador calcula o valor de cálcio para cada região da placa calcificada, cada artéria coronária e o valor total de cálcio para o coração como um todo. Há uma certa controvérsia entre os médicos quanto à utilidade desse valor de cálcio coronariano na predição do risco de um ataque cardíaco. Valores mais elevados estão, na verdade, relacionados a um risco maior, mas isso pode ser porque um alto valor de cálcio esteja vinculado a níveis mais elevados de placa vulnerável (instável). Acredita-se que é um parâmetro útil, se entendido as diversas funções da placa flexível e da calcificada.

Tarján e colaboradores, em 2005, relataram que nos pacientes com dor torácica, o valor mais inferior da curva de temperatura dos dedos (low fingertip temperature rebound) está fortemente associado com infarto cardíaco (miocárdio).

A reatividade vascular é um componente vital da função vascular, pois permite o sistema circulatório responder aos estímulos fisiológicos (estresse, hipertensão, hipotensão) e farmacológicos (antihipertensivos, cardiotônicos, antiarrítmicos) que requerem ajustes do fluxo do sangue e do tônus e diâmetro dos vasos. A reatividade vascular ocorre tanto em grandes quanto microvasos, isto é, desde a artéria aorta até a microcirculação da pele. A reatividade microvascular causa um fenômeno conhecido na Medicina como hiperemia reativa, e ocorre tanto na micro quanto na grande circulação. Tanto a reatividade macro e microvascular é governada por múltiplos mecanismos fisiológicos (dependente e independente do endotélio) e mediado por inúmeros agentes bioquímicos, tais como óxido nítrico (NO), fator hiperpolarizante derivado do endotélio (EDHF), prostaglandinas, adenosina, bradicinina, histamina e por outras substâncias vasoativas. Acredita-se que a reatividade macrovascular esteja mediada predominantemente por óxido nítrico derivado do endotélio, mas a reatividade microvascular também é mediada pelo óxido nítrico.

Estudos prévios demonstraram nítida relação entre a disfunção da reatividade micro e macrovascular e a doença cardiovascular aterosclerótica. Similarmente, diversos estudos comprovaram fortes relações entre os fatores de risco cardiovascular e a disfunção vascular (dependente e independente do endotélio). Assim sendo, a disfunção vascular pode ser vista como um “fator de risco” individual importante para o desenvolvimento da aterosclerose, especialmente quando somada aos efeitos cumulativos dos vários fatores protetores e de risco.

Segundo Jzerman e colaboradores (2003) indivíduos com alto risco de doença cardiovascular apresentam disfunção microvascular cutânea. Além da avaliação de risco para predição de conseqüências patológicas, outro aspecto importante de usar a função vascular é na avaliação da resposta às terapias. Estudos recentes mostraram que a reatividade vascular da pele melhora significativamente após terapia com estatinas (p.ex. Lipitor). A disfunção neurovascular medida pela termografia infravermelha é associada com a extensão do dano observado na cintilografia miocárdica de perfusão (MPI) e se correlaciona fortemente com a pontuação de risco de Framingham e índice de cálcio independentemente da idade, sexo, fatores de risco cardíacos tradicionais. Além disso, é superior à pontuação de risco de Framingham para predição de escore de cálcio alto.

Outra observação importante, é que antes de iniciar qualquer programa de exercício físico regular, consulte o profissional de saúde, que pode aconselhá-lo quanto a quaisquer considerações especiais em relação à sua saúde e condição física. Isso é essencial se você tiver indicações de doença coronariana ou outra doença grave, se estiver na meia-idade ou for mais velho e se não praticou atividade física antes. Tabagismo, obesidade, diabetes, pressão arterial elevada, estresse, apnéia do sono, sedentarismo, herança genética, colesterol, proteína C reativa, fibrinogênio, lipoproteína A e homocisteína elevadas, HDL (bom colesterol) baixo são importantes fatores de risco para doença coronariana. Depois disso tudo, a boa notícia é que a placa flexível e vulnerável é muito mais fácil de reverter do que a placa rígida calcificada por meio de medidas não cirúrgicas e nutricionais, para tanto é necessário identificar este risco.

Referências

  1. Ahmadi N, et al. Low fingertip temperature rebound measured by digital thermal monitoring strongly correlates with the presence and extent of coronary artery disease diagnosed by 64-slice multi-detector computed tomography. Int J Cardiovasc Imaging. 2009;25:725–738.
  2. Ahmadi N, Usman N, Shim J, et al. Vascular dysfunction measured by fingertip thermal monitoring is associated with the extent of myocardial perfusion defect. J Nucl Cardiol. 2009;16:431–439.
  3. Ahmadi N, Hajsadeghi F, Gul K, Vane J, Usman N, Flores F, Nasir K, Hecht H, Naghavi M, Budoff M (2008) Relations between digital thermal monitoring of vascular function, the Framingham risk score, and coronary artery calcium score. J Cardiovasc Comput Tomogr 2(6):382–388
  4. Ahmadi N, Bevinal MA, Hajsadeghi F, Sarraf G, Tirunagaram S, Foster GP, Tsimikas S, Hecht H, Naghavi M, Budoff M (2008) Relationship of oxidized LDL biomarkers persistent vascular dysfunction measured by fingertip digital thermal monitoring and progression of coronary artery calcification. J Am Coll Cardiol.
  5. SANTOS, E. B. ; BONASSO, C. ; BALBINOT, L. F. ; BRIOSCHI, M.L. ; BIANCO, H. T. ; RAPOSO FILHO, J. J. F. . Risco de Acidente Vascular Encefálico: avaliação pela termografia cutânea por radiação infravermelha. Pan American Journal of Medical Thermology, v. 1, p. 23-30, 2014. http://termologia.org/PAJMT/index.php/PAJTM/article/view/1/pdf_4
  6. Tarján J, Nagy L, Kovács I, Kovács E, Árvai F, Dobai F (2005) Flow mediated change of finger-tip-temperature in patients with high cardiovascular risk. Cardiol Hung 35:11–16 .
  7. Jzerman RG I, De Jongh RT, Beijk MA, Van Weissenbruch MM, Delemarre-van de Waal HA, Serne EH CDS (2003) Individuals at increased coronary heart disease risk are characterized by an impaired microvascular function in skin. Eur J Clin Invest 33(7):536–542.
  8. NL TarjánJ, Kovács I, Kovács E, Árvai F, Dobai F (2005) Flow mediated change of finger-tip-temperature in patients with high cardiovascular risk. Cardiol Hung 35:11–16.
  9. Gul KM, Ahmadi N, Wang Z, Jamieson C, Nasir K, Metcalfe R, Hecht HS, Hartley CJ, Naghavi M (2009) Digital thermal monitoring of vascular function: a novel tool to improve cardiovascular risk assessment. Vasc Med 14(2):143–148.
  10. Thoden J, Kenny G, Reardon F, Jette M, Livingstone S (1994) Disturbance of thermal homeostasis during post-exercise hyperthermia. Eur J Appl Physiol Occup Physiol 68(2):170–176.
  11. Brioschi ML, Macedo JF, Macedo RAC. Skin thermometry: new concepts. J Vasc Bras 2(2):151-160, 2003. http://www.jvascbr.com.br/03-02-02/03-02-02-151/03-02-02-151.htm

 

 

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24_Nov

No início dos anos 90, o uso de novas tecnologias comunicativas foi significativo na Medicina. É o caso da Telemedicina, que, segundo a Declaração sobre Responsabilidade e Normas Éticas na Utilização da Telemedicina, trata-se do “ exercício da medicina a distância, cujas intervenções, diagnósticos, decisões de tratamentos e recomendações estão baseadas em dados, documentos e outra informação transmitida através de sistemas de telecomunicação”. Atualmente, a aplicação da telemedicina se estende a diversas especialidades médicas como cardiologia, dermatologia, oftalmologia, patologia, entre outras.

O objetivo dessa categoria é permitir o diagnóstico à distância e melhorar a interpretação de exames e facilitar a mobilidade do paciente a uma possível consulta secundária ou até mesmo para aqueles pacientes que não têm acesso a médicos especialistas em determinados tipos de exames. Para que esse procedimento seja realizado, o médico faz o download das imagens, as interpreta e reconstrói para posteriormente fazer o laudo. Além disso, o laudo a distância agiliza o procedimento a ser tomado segundo a decisão do médico.
Após muitos estudos e avaliações, comprovou-se a efetividade clínica e aceitação dessa nova prática no diagnóstico por imagem. Segundo alguns dados da Sociedade Europeia de Radiologia (ESR) cerca de 65% dos entrevistados utilizam a telerradiologia, entre eles 53% utilizam em instituições, 32% usam em casa e 15% em outros lugares. Generalizando, cerca de 80% dos entrevistados apresentaram opiniões positivas sobre a telerradiologia.

Laudos a distância InfraRedMed

Através de um sistema seguro e de alta tecnologia, todos os laudos atendidos pelo grupo de especialistas InfraRedMed tem o selo de qualidade junto à imagens impressas, em contrapartida também é possível verificar o laudo no nosso próprio site. Todos as clínicas credenciadas trabalham com a qualidade diagnóstica padrão da InfraRedMed.
Atualmente a capacitação para a interpretação médica dos exames de termografia é realizada com um treinamento de, no mínimo, 2 anos na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

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20141117

A preocupação das pessoas com a saúde está em constante crescimento. Cresce também, o número de pessoas que buscam exames como método preventivo de doenças ou para busca de resposta para causa de sua dor crônica. Com isso, a procura de centros de diagnóstico de termografia têm recebido cada vez mais clientes encaminhados por profissionais médicos.

Além disso, tecnologia desses sistemas de diagnóstico por imagem tem permitido que todo o processo de atendimento seja feito de forma ágil e segura. A informatização atribui um ganho significativo ao serviço, já que a espera para o laudo final é reduzida e ainda pode ser compartilhada de forma segura com o paciente e o médico através da internet.

A termografia é um método totalmente inócuo, sem radiação, contraste ou contato. Sem contraindicações, é seguro para crianças, gestantes e idosos.

E como se preparar para o dia do exame?

Se você optou por realizar uma termografia, deve seguir as seguintes recomendações:

Nos 2 dias anteriores ao exame evite expor-se excessivamente ao sol e separe seus resultados de exames anteriores.
No dia do exame:

1. Traga todos os laudos dos seus exames anteriores

2. Não se submeta a massagens ou qualquer terapia que aqueça ou esfrie demasiadamente o seu corpo

3. Pode tomar banho no dia do exame. Apenas evite banhos muito quentes

4. Não use cremes, pós ou pomadas em excesso.

5. Não usar sutiã ou roupas muito apertadas no dia exame.

Até 3 horas antes do exame:

1. Não ingerir bebidas estimulantes (cafeína, alcoólicas);

2. Não usar descongestionantes nasais;

3. Não fumar;

4. Não se depilar ou barbear;

5. Retirar aparelhos imobilizadores (braços, tornozelos etc) ou faixas (curativos serão retirados na clínica antes do exame).

A INFRAREDMED® é a primeira rede integrada de diagnósticos por imagem infravermelha para instituições médicas, hospitalares, clínicas e consultórios. Focada em assessoria e educação médica continuada na área de diagnóstico por infravermelho.
Todo nosso conteúdo é desenvolvido em parceira com instituições médicas de excelência, nacionais e internacionais.
Confira a unidade credenciada mais próxima de você e solicite seu exame juntamente com seu médico:http://goo.gl/CNebUR

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Neste mês de novembro, mês da saúde do homem, a dor é um tema que deve ser lembrado. Algumas dores são mais prevalentes em homens do que em mulheres, como: gota, espondilite anquilosante e a doença coronariana. Porém, a dor pélvica crônica (DPC), que pode estar localizada entre a região abaixo do umbigo, pube, testículos, raiz das coxas e glúteos pode apresentar intensidade suficiente para interferir na relação sexual e atividades habituais do homem e exigir ajuda médica.
A DPC é desgastante tanto para o paciente quanto para o médico, e não raro os faz percorrerem atrás de dezenas de outros profissionais da saúde e por procedimentos cirúrgicos em busca de ajuda para lidar com seu martírio.
Diversas são as possíveis causas deste tipo de dor, dentre elas:
  • cirurgia abdominal ou pélvica anterior, como da próstata, bexiga e quadril;
  • aderências cirúrgicas;
  • lesões de nervos da parede abdominal (ilioinguinal);
  • postura inadequada com acentuação da lordose lombar e cifose torácica;
  • falta de condicionamento muscular, acarretando em alterações musculoesqueléticas, desequilíbrio pélvico e hipertonicidade de certos músculos (piriforme, íliopsoas);
  • doença inflamatória dos intestinos, diverticulite, hérnia inguinal, tumores, cálculos renais, lesões da uretra, dor lombar baixa, compressão de nervos;
  • lesões relacionadas à atividade física e esporte (pubalgia, dor na virilha).
câncer de próstata, em geral não apresenta sintomas até que atinja um tamanho considerável, por isso sua avaliação periódica após 50 anos é recomendada. Sintomas como dor lombar, problemas de ereção, dor na bacia ou joelhos, sangramento pela uretra podem ser suspeitos.
O exame clínico é fundamental para esclarecer a causa mais provável, contudo muitos destes pacientes são sofridos, passam geralmente, por diversos médicos referindo o mesmo problema. Na maioria das vezes, o exame físico mostra apenas um desconforto subjetivo e uma atitude resistente do paciente à avaliação, especialmente quando exames complementares como ultrassonografia, tomografia, urografia excretora, colonoscopia resultam normais, isto é, não trazem uma alteração anatômica que explique a dor e muito menos câncer.
Um novo equipamento completa o arsenal diagnóstico do médico, e traz uma luz para este tipo de problema, se trata da termografia por infravermelho, também conhecida como termometria cutânea. Ela permite por meio de imagem térmica de alta sensibilidade avaliar a dor e identificar a causa nos casos em que não se encontram alterações anatômicas. Totalmente seguro, sem contraste, sem radiação e sem contato, o aparelho faz uma varredura de corpo total em busca de inflamação, lesão muscular e de nervos. Isto permite obter um caminho mais efetivo no tratamento da dor.
A realização da termometria cutânea é bastante segura para o paciente, não há contraindicações para gestantes, crianças ou idosos, nem problema quanto ao uso de marca-passo ou próteses. O agendamento do exame pode ser feito em qualquer uma das unidades mais próxima de você.
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Matheus esteira 94

No segmento esportivo comumente nos deparamos não só com novas tecnologias para o tratamento de lesões musculares mas também no seu diagnóstico e prevenção. Seja de modo recreativo ou profissional, as pessoas que praticam atividades físicas estão suscetíveis a sofrerem lesões, especialmente quando treinam de forma intensiva mesmo corretamente e com preparação adequada.

Acompanhada de dor ou não, o lesionamento – entre os mais comuns: entorses, contusões, distensões, luxações, tendinites e câimbras – podem interromper a prática esportiva.

Termografia Esportiva

O diagnóstico auxiliar pela termografia em atletas pode ser muito importante para o tratamento mais efetivo e correto. As lesões são traumas que sucedem de uma série de alterações no músculo e tecido conjuntivo. Consequentemente desencadeando o processo de inflamação que acelera o metabolismo e, respectivamente, aumenta o calor (radiação térmica) na região. Mínimas alterações do gradiente de temperatura podem ser detectadas e analisadas com facilidade no diagnóstico por imagem térmica.
Visto que a Termografia é um método não invasivo e preciso, as alterações do gradiente mostram precocemente o início do processo inflamatório que pode ainda não se manifestar com sintomas de dor e sinais visíveis como edema. Ou seja, ela age de forma preventiva.

Previna-se contra lesões
· Aquecer antes de qualquer exercício;
· Fazer alongamentos antes e depois de praticar um exercício;
· Não intensificar os treinos além do limite do seu corpo;
· Analisar os riscos de cada exercício;
· Usar equipamentos de proteção específicos para cada modalidade desportiva.

Identificar precocemente aumento irregular de temperatura muscular e articular

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foto-sistema

O câncer é uma realidade que temos de encarar e o diagnóstico precoce, na maioria das vezes é fator determinante do sucesso do tratamento. A mentalidade preventiva deve se ajustar à realidade de hoje e incluir a detecção de fatores predisponentes, tanto constitucionais e hereditários como ambientais (hábitos de vida, tabagismo, obesidade). Muitas vezes, nosso organismo exibe sinais importantes que acusam uma possibilidade maior de estarmos com câncer, tais como: febre, dores, sudorese (suor excessivo), aumento dos linfonodos (ínguas, gânglios) em locais não habituais, sangramento na urina, nas fezes ou no escarro. Na pele, algumas características das pintas devem ser observadas, como alteração nas margens, na cor e ou no tamanho. Aparecimento de nódulos ou feridas que não desaparecem dentro de 3 semanas é um sinal importante de alerta. Alterações nos hábitos intestinais (obstipação ou diarréia) ou perda de sangue nas fezes podem ser sinais de câncer colo-retal. Aparecimento de nódulos nas mamas, crescimento de nódulos já existentes, alteração da textura ou cor da pele, saída de secreção sanguinolenta pelos mamilo, são sinais de alerta de câncer de mama. O aumento de temperatura da mama é um sinal de alerta de câncer de mama. A termografia permite sinalizar anormalidades pelo aumento desta temperatura. Esteja atento e não ignore nenhum sinal que apareça sem uma explicação coerente. No câncer não existe excesso de precaução. Você pode ser responsável por orientar um diagnóstico precoce em outra pessoa.

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20141007

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS – http://www.who.org), Telemedicina compreende a oferta de serviços ligados aos cuidados com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico e falta de especialistas; tais serviços são prestados por profissionais da área da saúde, usando tecnologias de informação e de comunicação para o intercâmbio de informações válidas para diagnósticos, prevenção e tratamento de doenças e a contínua educação de prestadores de serviços em saúde, assim como para fins de pesquisas e avaliações.

A maior parte das especialidades médicas já utiliza tecnologia da informação e comunicação para o desenvolvimento da prática médica a distância. O contínuo desenvolvimento da tecnologia de telecomunicações vem afetando os profissionais de saúde, abrindo novas possibilidades para a colaboração a serviços prestados em regiões muito distantes. Dentre os usos de telemedicina mais conhecidos estão a videoconferência médica, os trabalhos colaborativos e o estudo de casos na área de pesquisa; a educação a distância, a educação continuada, a especialização, o aperfeiçoamento e a atualização na área de capacitação profissional; e a segunda opinião, a consulta on-line e o telediagnóstico por imagem na área de atendimento.

No Brasil, as ações em Telemedicina vêm sendo realizadas desde a década de 90, porém de forma tímida. Um país com dimensões continentais, no entanto, tem muito a ganhar com a formação e a consolidação de redes colaborativas integradas de assistência médica a distância. Benefícios como a redução dos custos com transportes e comunicações e a possibilidade de levar a medicina especializada a regiões remotas do país fazem enorme diferença.

Resolução CFM n°.1.643/2002 Art. 1°: Definir a Telemedicina como o exercício da Medicina através da utilização de metodologias interativas de comunicação audio-visual e de dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em Saúde.

SERVIÇO DE TERMOGRAFIA INTEGRADA POR TELEMEDICINA

A Infraredmed por meio da telemedicina auxilia unidades de saúde que necessitam disponibilizar exames de termografia na sua cidade com uma equipe de profissionais médicos especializados no apoio diagnóstico de pacientes com dor e outras enfermidades, e com a mesma qualidade realizada nos grandes centros. Cada vez mais, instituições de saúde tem recorrido a um aliado precioso para garantir o atendimento de qualidade de seus pacientes com dor: a teletermografia por infravermelho. Com a parceria da Infraredmed, unidades de saúde conseguem com agilidade e segurança o apoio na análise de exames durante 24 horas, tendo renomada equipe de termologistas à disposição durante todos os dias do ano.
Assim como aconteceu no Brasil, onde a Infraredmed agilizou e encurtou a distância entre a termografia de alta definição de grandes centros de dor com unidades de saúde de todo o país, as soluções oferecidas pela empresa vêm conquistando o mundo. Mais recentemente, a Infraredmed acabou de abrir mais duas filiais internacionais, depois de Portugal, agora também na Holanda e Polônia. Estas novas unidades serão pioneiras nas suas regiões, trazendo uma série de benefícios por meio de uma estrutura toda pronta para iniciar com laudos de qualidade e imprescindíveis para apoio, tomada de decisão e conduta terapêutica. A expansão mostra a importância da teletermografia integrada e seu amadurecimento cada vez maior pela comunidade médica.

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